Posts de Outubro, 2007|Página de posts mensais

agua

buenas!
tudo começou com uma música chamada: “bonito”
acabei buscando mais sobre os caras e fiquei muito grato com a “descoberta”.
jarabe de palo vem da espanha (valew a correção leo!), faz o que podemos chamar de rock alternativo latino, fala de coisas do dia-a-dia, de relações, conflitos … gosto do som deles, curto demais as letras, o vídeo abaixo é de uma canção que me agrada muito, e tem uma simples mas lindíssima letra. 
forte abraço e beijo no coração
pax!

viajar é preciso

eu-andre-chacaltaya.jpg

buenas!
tempo sem colocar nada  novo aqui; correria tá grande por aqui! aliás, caso alguém lide com helicópteros me avise! preciso de algumas informações para um estudo que estou fazendo … trabalho! trabalho! trabalho!
fagulhas na mente formam a frase: falta muito para minhas férias?
a realidade responde: mas é claro que falta!! afinal, como contar dias para algo que não tem data? preciso antes de mais nada conseguir marcar-las! mas (sempre ele, o mas!) últimamente tem sido mais fácil falar com o Grande B do que uma prosa com meu chefe.
definitivamente preciso de férias!
quem me conhece saber o valor que a palavra “férias” tem para mim, e mais ainda o que significa não tê-las!
férias = viajar
já dizia uma canção “viajar é preciso senão, a rotina te cansa” … enfim, tô cansado! humor começa a desaparecer, e meu lado “seu saraiva” de ser florece.
nessas horas que nossos amados amigos surgem e nos sacaneiam … então, eis que surge no msn um nobre amigo, de nome andré (o mesmo que me acompanhou na cordilheira real, foto acima) e me diz: “e ai? como estamos? trabalhando?” como eu sei que ele está de férias, e mais, sei também que um dos maiores prazeres da vida dele é me zuar, respondo, já temendo é claro sua resposta: “claro né? e você por onde anda?” ele responde então: “estou em praga, na verdade estou indo agora fazer um bate-volta em viena, para amanhã seguir para veneza” (para quem lê agora, isso pode não ter parecido zuação, mas eu sou capaz de ver o sorrisinho de canto de boca dele no momento de digitar essa frase) ps.: não! não faço o tipo “perseguido” … nesse momento de pensar o que responder, minha mente pensa em várias respostas possíveis: “nossa!” “que show” “que sonho!” mas, eu sou capaz apenas de digitar a seguinte resposta: “fdp” (filho da puta! em português claro).
ai vocês me perguntam: e o que temos haver com isso? Pq escrever tudo isso?
eu respondo, citando santo agostinho ainda por cima: o mundo é um grande livro, quem não viaja, não sai da primeira página!
deixe eu clicar logo no publicar, pois já estou atrasado, desculpem o texto rápido e talvez sem sentido … vamos que vamos!
forte abraço e beijos no coração!
PAX!

um pouco de nietzsche …

buenas!
contra a célebre frase de sócrates, “conhece-te a ti mesmo”, nietzsche escreve:
nós, que somos homens do conhecimento, não conhecemos a nós próprios; somos de nós mesmos desconhecidos e não sem ter motivo. nunca nós nos procuramos: como poderia, então que nos encontrássemos algum dia? com razão alguém disse: “onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração”. nosso tesouro está onde se assentam as colméias do nosso conhecimento. estamos sempre no caminho para elas como animais alados de nascimento e recolhedores do mel do espírito, nos preocupamos de coração propriamente de uma só coisa – de “levar para casa” algo. no que se refere, por demais, a vida, as denominadas “vivências” – quem de nós tem sequer suficiente seriedade para elas? ou o suficiente tempo?
jamais temos prestado bem atenção “ao assunto”: ocorre precisamente que não temos ali nosso coração – e nem sequer nosso ouvido! antes bem, assim como um homem divinamente distraído e absorto a quem o sino acaba de estrondear fortemente os ouvidos com suas dozes batidas de meio-dia, e de súbito acorda e se pergunta “o que é que em realidade soou?”, assim também nós abrimos às vezes, os ouvidos depois de ocorridas as coisas e perguntamos, surpreendidos e perplexos de tudo, “o que é que em realidade vivemos?, e também ” quem somos nós realmente? e nos pomos a contar com atraso, como temos dito, as doze vibrantes campainhas de nossa vivência, de nossa vida, de nosso ser – ah! e nos equivocamos na conta…
necessariamente permanecemos estranhos a nós mesmos, não nos entendemos, temos que nos confundir com outros, e, em nós servirá sempre a frase que disse “cada um é para si mesmo o mais distante” continuamos a nos considerar “homens do conhecimento”.
(Nietzsche, F. W. Genealogia da moral – prólogo, parágrafo 1 Sils Maria, julho de 1887).